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| Perceberam? Ao dizer que tinha um problema com bebidas, o garoto queria dizer que tinha uma lição de casa que pedia a resolução de um problema matemático que envolvia bebidas, mas a mãe, embora conhecesse o código (Língua Portuguesa) utilizado pelo filho, não se atentou ao referente (contexto) e pensou que o filho tivesse problemas com alcoolismo. É por isso que dizemos que todos os elementos envolvidos em um processo de informação são importantes, pois qualquer “quebra” em um deles gera uma Falha de Comunicação. |
| O exemplo acima demonstra que devemos estar atentos ao processo de comunicação. Nele, a separação dos pais acontece apenas para criar o efeito de humor no quadrinho, mas, infelizmente, falhas de comunicação também acontecem no ambiente empresarial e acabam gerando prejuízos que seriam facilmente evitados se todos os elementos que compõe a informação fossem tratados com a devida importância. http://www.blog.institutomonitor.com.br |
quarta-feira, 15 de maio de 2013
É assim que se fala! – Falhas na comunicação
terça-feira, 14 de maio de 2013
Coca-Cola veta propagandas para o público infantil
Marca anunciou uma série de mudanças em seu plano de marketing para “combater a obesidade"
A Coca-Cola anunciou nesta quinta-feira uma mudança drástica de tom em suas mensagens publicitárias: as crianças sorridentes que bebem refrigerante serão banidas, para sempre, das campanhas da bebida. Leia mais
quarta-feira, 8 de maio de 2013
Comunicação Interna a favor da Marca
A comunicação para os funcionários é tão
importante quanto a comunicação para os consumidores. Não compreender
isso é correr o risco de passar a vida explicando o óleo derramado.
A Petrobras foi protagonista, em 2000, de dois acidentes
ambientais de grande proporção e de uma desastrada mudança de marca. Os
derramamentos de petróleo em dois cartões postais brasileiros,
reconhecidos mundialmente como ícones das belezas naturais, pareceram
coisas do demônio tentando manchar num pacote só a imagem da empresa e
dos principais pólos de turismo verde-amarelos: Rio de Janeiro e as
Cataratas do Iguaçu. A mudança da marca Petrobras para Petrobrax
demonstrou mais uma vez que uma empresa não é um sistema fechado. E que
por isso mesmo não se muda a identidade de uma organização sem
consultar, envolver, os seus stakeholders (acionistas, comunidade,
funcionários, entre outros).Depois de investigadas as causas dos problemas da Petrobras, ficou claro que o "inferno" continua sendo as pessoas, que cotidianamente administram coisas como idéias, equipamentos, processos e relacionamentos com públicos. O resultado das falhas humanas internas da Petrobras foram milhares de reportagens veiculadas por veículos de comunicação de todo o mundo em que "o maior ativo de uma empresa, a marca,"foi fortemente responsabilizada pelas lambanças em águas salgada, doce e no imaginário dos públicos. A comunicação externa, mais uma vez, se mostrou como uma extensão dos procedimentos internos.
Ainda como conseqüência dos acidentes, durante semanas, o capital humano da Petrobras praticamente gastou suas melhores energias em formular explicações públicas e resolver problemas relacionados com as comunidades, autoridades, sindicatos, imprensa nacional e internacional, funcionários, acionistas e organizações não-governamentais. Situação que pode ser traduzida com uma frase: "No período, a empresa perdeu o foco no negócio".
E gastou também, além de milhões de dólares em explicações e indenizações, um precioso capital de imagem, parte do que muitos chamam de reputação. Que entra em cena na hora em que uma empresa é fortemente criticada e de onde ela saca um arsenal de credenciais simbólicas - que geralmente levam anos e anos para serem construídas - e as apresenta para os mercados e para sociedade.
Já passou do tempo de as escolas de Administração e áreas de Recursos Humanos incluirem em seus currículos e treinamentos matérias relacionadas à construção de imagem, principalmente no dia-a-dia empresarial. Ou seja, a construção de imaginário organizacional nos cérebros do operador de máquina, do vigilante, do caixa, do vendedor, das secretarias, entre outros. O maior desafio das gestões modernas está relacionado com o trabalho de construção de marca, missão, visão de futuro, identidade e da reputação empresarial, de "p a p", do porteiro ao presidente da companhia. É esse trabalho, longe dos holofotes, ligados a forma como a comunicação interna é conduzida, que "segura o rojão" nas horas em que uma crise arrebenta.
Encrencas como as da Petrobras também mostram a importância do conceito de comunicação integrada para a boa gestão das empresas. As empresas, cada vez mais, devem procurar equilibrar as suas inúmeras formas de comunicação. A comunicação para os funcionários é tão importante quanto a comunicação para os consumidores. Elas fazem parte de um sistema único, de um mesmo corpo (de um mesmo corpus, corporativo) que gera percepções (boas ou ruins) para os mais diferentes públicos estratégicos da organização. Não compreender isso é correr o risco de passar a vida explicando o óleo derramado.
Autor: Paulo Nassar
Dicas para Melhorias em Comunicação Interna.
A primeira barreira para o problema de comunicação das empresas é a cultural.
Uma empresa é composta por pessoas de diferentes níveis, socias e intelectuais. Cada indivíduo possui valores diferentes, ideais, e só isto já é o suficiente para que ruídos apareçam.
O líder tem um papel fundamental na comunicação interna da empresa, porque é ele quem promove o engajamento necessário entre os funcionários. Uma comunicação interna e direta do líder faz com que o funcionário sinta confiança, e principalmente, percebendo como seu trabalho é importante para o crescimento da empresa.
Existem alguns pontos que necessitam ser melhorados quando falamos de comunicação interna, tais como:
§ Uma das estratégias seria segmentar o público interno de acordo com a necessidade de informação.
Cada setor poderia utilizar a plataforma de colaboração on-line para conversar sobre demandas e tarefas, e definir talvez tipos de mensagens para determinados grupos de assuntos.
Poderia segmentar sua comunicação mas sempre lembrando de transmitir para um sistema integrado de comunicação, sendo assim, a plataforma poderia atuar em todos estes momentos.
Nesta conversa on-line na plataforma poderá surgir ideias também até mesmo de novos canais de comunicação.
Um colaborador moderno pode introduzir estas ideias novas de gestão, através deste tipo de plataforma citada, além de buscar implantar na empresa outras ferramentas que já fazem parte da rotina dos funcionários quando não estão no trabalho.
Um exemplo disso seria criar uma rede social corporativa, na qual poderia se transformar em um canal corporativo de discussão. Seria ali compartilhado e ampliado conhecimento, facilitaria o contato com clientes e fornecedores, entre outros.
A tecnologia vem para somar, mas não podemos esquecer que a comunicação, seja qual de qual forma for, trabalha com pessoas, portanto um relacionamento humanizado é e sempre será a base para alcançar o sucesso nas relações interpessoais.
segunda-feira, 6 de maio de 2013
O novo classe AAA LELEK da Mercedes-Benz
A música está presente na vida de quase todos os indivíduos, desde seus primeiros momentos de existência, e cada melodia faz lembrar de algo (ou alguém) e ainda desperta sentimentos, emoções e impulsos. Por esse motivo, inserir de forma correta uma melodia (conhecida ou inédita) numa peça publicitária pode fazer toda a diferença, ficando marcada no inconsciente das pessoas ou marcando a escolha de um público-alvo determinado, por meio de “rótulos” (estereótipos) associados a gêneros musicais diferentes.
Para exemplificar isso, um dos comerciais que mais tiveram repercussão recentemente no Brasil foi o do lançamento do novo carro “Classe A” da Mercedes-Benz. Quando se ouve falar desta marca, quase sempre ela é associada a um público mais sofisticado, de maior poder aquisitivo e que, historicamente, ouviria músicas com um aspecto semelhante a isso.
Porém, a montadora inovou na trilha sonora, trazendo o grupo de funk Mc Federado e os Lelek’s para um vídeo viral para o Youtube. Ao som do hit ”Passinho do Volante”, o novo carro fazia manobras para mostrar sua precisão e estabilidade, mesmo em pistas molhadas, com a menção: “Seu carro sob controle / Até no Passinho do Volante”. O sucesso foi imediato: mais de 2 milhões de visualizações no Youtube em 1 semana de exibição. E a assinatura final do vídeo tenta explicar o porquê da inusitada escolha: “Novo Classe A. A letra que veio da vontade de inovar.”
No mesmo dia, o canal da montadora lançou um outro vídeo com o mesmo comercial, só que com uma música considerada menos inovadora e, para alguns, mais “adequada” ao público-alvo da propaganda. A trilha “tradicional” teve menor repercussão: mais de 291 mil visualizações e um debate sobre qual seria a trilha adequada para um comercial da Mercedes.
Logicamente, pode-se dizer que calcular o risco de uma inovação dessas depende muito de cada caso (o vídeo com o funk alcançou mais visualizações do que o comercial tradicional, mostrando um produto sofisticado a um ambiente popular); porém, algo não pode ser esquecido: quando se muda um estereótipo, algo preestabelecido que está intrínseco no inconsciente das pessoas, geralmente não há mais tanta segurança em relação à imagem da marca, do que ela pode trazer no futuro. A pergunta que se pode fazer, então, é: será que a inovação, deste tipo, na publicidade, acarreta riscos à imagem de uma empresa?
Ah, um detalhe: o preço do carro realmente não corresponde ao apelo viral e abrangente que a publicidade, aliada com uma música de sucesso popular, tenta mostrar aos receptores: de acordo com informações do Portal R7, o Novo Classe A custa R$ 109.900,00 na versão A200 Turbo Urban. Num plano de financiamento especial que será lançado pela Mercedes, teria uma entrada de R$ 59 mil em dinheiro e o restante do valor diluído em 36 parcelas de R$ 1.400,00. Nesse Passinho do Volante, pouca gente poderia entrar
por Maíra Masiero
A construção de uma imagem
Desde que os meios de comunicação começaram a cobrir as competições esportivas, os atletas passaram a se preocupar mais com a imagem que chegava até o público. Além do desempenho esportivo, as atitudes, opiniões e comportamento fora de campo passaram a ser acompanhadas pelos fãs da modalidade e aqueles alheios ao esporte.
A entrada do Marketing Esportivo nas competições, no início da década de 70, mudou mais uma vez este cenário. Os praticantes não representavam apenas a si ou a um clube, mas também marcas valiosas e grandes empresas de diferentes setores. Este comportamento atingiu seu auge, a meu ver, com o jogador inglês David Beckham. Bom jogador, mas que sempre apareceu mais por seu “marketing pessoal” (é um cara bonito e casado com uma ex-cantora conhecida mundialmente) do que pela qualidade de seu futebol dentro de campo.
Escrevi tudo isso para falar sobre o ex-são-paulino Lucas, atualmente no Paris Saint-Germain (
onde é companheiro de Beckham). Garoto bom de bola e focado na carreira, o atleta tem usado a imagem de bom menino para ganhar a simpatia até de quem não curte muito o esporte bretão e, assim, ser alvo das empresas que querem se associar a sua imagem.
Hoje ele conta com o patrocínio de Adidas, Guaraná Antárctica e Procter & Gamble.
O jogador Lucas é um exemplo de atleta com imagem bem trabalhada, alinhada ao bom desempenho esportivo
Hoje ele conta com o patrocínio de Adidas, Guaraná Antárctica e Procter & Gamble.
Nas mídias sociais, o jogador tem pouco mais 516 mil seguidores no Facebook e 859 mil no Twitter. Lucas e sua equipe usam estas ferramentas para informar os fãs sobre os próximos jogos do time francês, convocações da Seleção Brasileira e algumas mensagens pessoais do atleta, como agradecimentos a Deus e à sua família por tudo que conseguiu até aqui na carreira.
Outro diferencial é da “marca Lucas” é que ele tem ganhado experiência internacional após sua transferência para a Europa. Com isso, ganhou moral com aqueles que acompanham seu desempenho em campo, pois está disputando competições de alto nível e tem se saído relativamente bem até agora. A declaração do ex-jogador Zico, dizendo que Lucas pode ser mais que Neymar na Copa, é um retrato disso.
Estes dois fatores (boa imagem fora de campo e desempenho técnico em alto nível) são essências para a construção de uma imagem positiva de um atleta. Na era do esporte profissional, este pode ser um grande diferencial que vai ajudar o atleta em toda sua carreira e, inclusive, após sua aposentadoria.
quinta-feira, 2 de maio de 2013
Comunicação Verbal
Comunicação Oral: são as ordens, pedidos, conversas, debates, discussões.
Comunicação Escrita: são as cartas, telegramas, bilhetinhos, letreiros, cartazes, livros, folhetos, jornais, revista.
Comunicação Não-Verbal
Comunicação por mímica: são os gestos das mãos, do corpo, da face, as caretas.
Comunicação pelo olhar: as pessoas costumam se entender pelo olhar.
Comunicação pela postura: o modo como nos sentamos, o corpo inclinado para trás ou para frente, até mesmo a posição dos pés. Tudo isso na maioria das vezes é o nosso subconsciente transmitindo uma mensagem.
Comunicação por gestos: pode ser voluntária, como um beijo ou um cumprimento. Mas também pode ser involuntária, como por exemplo, mãos que não param de rabiscar ou de mexer em algo. Isso é sinal de tensão e, ou nervosismo.
Interpessoal: Uma pessoa se comunica com outras pessoas. Quanto mais pessoas envolvidas neste tipo de comunicação, maiores chances de ocorrer problemas de comunicação.
Interfuncional: Uma Área da empresa se relaciona com outras áreas da própria empresa. A comunicação pode ser verbal, escrita, telefônica ou por e-mail.
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